As análises de DC Universe: Rebirth #1

DC Universe: Rebirth #1 chegou às bancas arrasando quarteirões. A DC Comics assumiu seus erros e entregou uma verdadeira carta de amor ao Universo DC. Aqui no Gloriosa DC, tivemos apenas uma única análise da história. Veio junto com o seu lançamento, e foi uma crítica otimista. Mas isso não é o suficiente para o blog. Por isso, reunimos alguns redatores e colaboradores para comentar a despedida temporária de Geoff Johns aos quadrinhos. Confira:

Li pouca coisa d’Os Novos 52, o suficiente para dizer que caí de paraquedas no Rebirth; e mesmo assim, DC Universe: Rebirth #1 me impressionou, e muito. Várias origens e eventos são explicados logo no começo da edição, e somos presenteados com a jogada genial que foi o retorno de Wally West. Colocar Wally narrando todos os eventos foi algo muito inteligente da parte de Geoff Johns, que atraiu os antigos leitores e atualizou os novos fãs da DC.

O  one-shot  trouxe Batman preocupado com os três Coringas, a surpresa do smiley do Comediante, deu atenção aos heróis de legado, explorou o lado místico do Universo DC, do qual sou muito fã; e ainda nos deu a emoção do abraço entre Wally e Barry. O Rebirth veio como uma bomba sem aviso. Enquanto outros apostam no passado, DC Universe: Rebirth #1 vem para apresentar um futuro brilhante.

Rodrigo Duarte, redator.

Rebirth é a prova de que, no fim das contas, a força de um super-herói não é medida pela sua capacidade de dar socos super poderosos, mas sim por aquilo que ele constrói como legado. E Wally West só precisou de uma edição para demonstrar isso.

Anderson Vianna, redator.

Os fãs tanto reclamaram dos caminhos que o Universo DC vinha tomando que finalmente foram ouvidos. Geoff Johns apresenta sua redenção, nessa emocionante história que volta às raízes da DC que me lembra do Johns de Crise Infinita, não o de Flash Renascimento.

Gustavo Schick, colaborador.

O reboot d’Os Novos 52 trouxe uma era para o universo de Superman e suas versões paralelas que colocou os fãs a questionar o que eles realmente queriam para seus super-heróis preferidos. Rebirth, no entanto, soube abraçar e desenvolver conceitos da DC Comics de forma que seu renascimento tenha sido uma grata surpresa. A DC mostrou que tem feito bom proveito de seu Multiverso e provou que este é um elemento ativo, se apropriando desse conceito de forma inteligente e sendo capaz de abraçar histórias consagradas – Watchmen -, não só incluindo elas nas suas próximas aventuras, mas provando que a influência que elas possuem sobre todo um legado pode trazer uma temporada de grandes renovações para mitologias já consagradas.

Maurício Lins, colaborador.

DC Universe: Rebirth #1 é uma revista que traz ao leitor o sentimento dos bons tempos da DC Comics, onde os heróis eram grandes paladinos lendários. A proposta de retornar a essa clima me deixa feliz por saber que teremos boas histórias de bons personagens que a muito foram esquecidos há tempos pela editora. Apesar da expectativa, é sempre bom manter um pé atrás, afinal de contas… Watchmen agora faz parte do cânone.

João Vitor Reis, redator.

Geoff Johns se superou em todos os aspectos. DC Universe: Rebirth #1 é algo que une a exigente velha guarda dos quadrinhos com o novo público que tanto Os Novos 52 quanto o DC You trouxeram para casa. Saudosos personagens como Ray Palmer e, principalmente, Wally West estão de volta; conceitos há tempos perdidos foram trazidos de volta; e uma das coisas que considero assinatura da Editora das Lendas, o legado, foi restaurado com um background espetacular. Eu acredito que o Johns deve ter apenas observado as principais críticas que o público vinha fazendo – tanto à DC, quanto a ele próprio -, e se redimiu de todas elas, com apenas um one-shot. Respeitando os personagens clássicos, se livrando de outros que não têm utilidade alguma – abraço, Pandora! -, promovendo um marketing que fez a experiência ser ainda melhor, e montando uma narrativa que me atrevo a dizer que consertou todos os problemas que a DC teve com o último reboot, Geoff Jonhs me fez pagar a língua.

Rafael Pirola, colaborador.

Quando DC Universe: Rebirth #1 foi anunciado sob o mote de trazer o novo status quo para o Universo DC, muitas pessoas ficaram intrigadas – eu inclusive – de que poderia dar muito errado, principalmente em comparação com os últimos trabalhos de seu escritor, Geoff Johns. Contudo, me sinto extremamente feliz de estar enganado. A história de 80 páginas é um grande “perdão pelo vacilo” do muito mal planejado Novos 52. Em cada página nota-se não apenas um esforço do próprio autor, mas de cada desenhista, para entregar o seu melhor. O saudoso Wally West que tanto queríamos de volta, retorna de maneira triunfal numa página belíssima desenhada por Phil Jimenez. Emoção seria a palavra que permeia toda a história. Ver novamente personagens antes esquecidos – como Johnny Trovoada e Jackson Hyde – e a promessa de um retorno digno desses mesmos heróis, torna a expectativa sobre o retorno do Universo DC que aprendemos a amar, cada vez mais palpável. Sinto uma nova Era de Ouro chegando.

Murilo Fernando, editor.

Mas e você, vê potencial nessa nova fase da DC Comics? Está empolgado com as possibilidades ou ainda está com um pé atrás? DC Universe: Rebirth #1 já se encontra disponível, e você pode ler nossa crítica aqui.

  • Marcus Pourroy

    q lindo mano

  • Rodrigo Tadei

    Vida longa para DC !!!